Achou que eu viajei muito no último post? Então aqui vai mais um...
Esse texto ou mensagem eu escrevi em um momento de fúria e definição. A definição do desamor.
Pra mim desamar nem sempre dói. Ou dói e logo passa.
Só sei que a decisão de desamar me dá um alívio imenso, seguido da felicidade em estar com "a casa limpa" e aberta para o novo que pode vir. Esse alívio também engloba o direito de não buscar nada e ninguém. Porque a busca exclui muitas vezes a capacidade de seleção...
É assim que estou. Despretensiosa. Prefiro me deixar surpreender!
A mensagem que segue é uma bronca a álguém que eu espero que leia e entenda cada vírgula:
"O amor lhe será dado se no seu coração houver espaço para um bem-bolado.
Seque feridas sem só, remexa lembranças e recordações. Use-as como lição.
Mas se dê tempo.
Dê tempo para se entender e então escrever uma história nova e livre dos resquícios do que não serve agora.
Só assim se verá livre de escudos-couraças e poderá colher aquilo que com tanto carinho semeou."
Um abraço forte,
Maria Carolina
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